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altO protesto desta segunda-feira (24) em Porto Alegre seguiu por caminhos distintos dos que até então vinham sendo percorridos e, diferentemente do ato de quinta-feira (20), contou com uma condução clara e orientada.

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altQuanto mais bombas a polícia joga mais o povo quebra o que puder quebrar. Autênticas aulas de cidadania estão sendo dadas nas ruas.

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altSão palcos tanto das insatisfações populares quanto das manifestações agressivas de uma repressão que tem como objetivo a defesa do sistema, ou seja, do capitalismo.

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altA mídia convencional está mais perplexa que as autoridades públicas. O circo das copas e das Olimpíadas acabou. Novas cobranças virão. A mídia também está sob o olhar das ruas.

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altOs milhões que estão nas ruas não foram convencidos via facebook: foram convencidos pelo transporte público, pelas filas dos hospitais públicos, pelas escolas públicas sem professores e, finalmente, pelas balas de borracha.

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altTeses como a do “gigante adormecido” são utilizadas para desviar o foco dos reais motivos da onda de protestos: os limites do atual modelo econômico e político, que há muito tempo não responde aos anseios populares.

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altMuitos concordam conosco que é um direito, o direito elementar à liberdade de expressão, mas discordam que é um dever. Queremos explicar por que é um dever.

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altA história está cheia de exemplos de manifestações populares espontâneas, tendo como motivação insatisfações reprimidas, que se tornaram incontroláveis por alguma gota d’água aparentemente insignificante.

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altChega a ser engraçado, se não fosse triste, ver um canal de TV procurando criar uma liderança para as manifestações, que não denunciasse nenhuma mazela do capital.

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altÉ a gota d’água de tolerância ao modelo petucano e ao lulo-malufismo. A repulsa ante o superfaturamento de obras dos estádios de futebol. Brasil, abaixo essa camarilha!

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altGovernantes, mídia corporativa e políticos de direita começaram a elogiar as mobilizações como exemplo de cidadania, mas introduziram dois novos elementos no discurso que difundiram.

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altSe somos contra a corrupção, vamos buscar forma de enfrentá-la. Se é preciso mais saúde e educação, vamos pensar em como melhorar o SUS e as escolas, ouvir quem atua nesta área todos os dias e quem é usuário desses sistemas.