0
0
0
s2sdefault

altO velho conservador, o udenista empedrado por interesses de classe, revelava-se mais lúcido que a esquerda de então, clandestina e “legal”, preocupada em conter as massas, para que não houvesse retrocesso na abertura lenta e gradual.

0
0
0
s2sdefault

altA recente convocatória do MPL para novas mobilizações na periferia de São Paulo, organizada em conjunto com o MTST e outros, como o Periferia Ativa, corrobora o posicionamento classista do movimento.

0
0
0
s2sdefault

altSobretudo, dê a casa real ouvidos à voz dos jovens reinóis que ainda não sabem como transformar sua indignação e revolta em propostas e projetos de uma verdadeira democracia.

0
0
0
s2sdefault

altChega a ser engraçado, se não fosse triste, ver um canal de TV procurando criar uma liderança para as manifestações, que não denunciasse nenhuma mazela do capital.

0
0
0
s2sdefault

altAo se avizinhar uma nova eleição presidencial, a ausência de alternativas satisfatórias coloca em xeque a capacidade dos governantes de olharem um pouco além dos seus interesses paroquiais e clientelistas.

0
0
0
s2sdefault

altBrasília deveria tomar nota da lição, que anuncia aumento dos níveis de ingovernabilidade se persistir em sua aliança com a direita, os monopólios, o agronegócio, o capital financeiro e os especuladores.

0
0
0
s2sdefault

altO protesto desta segunda-feira (24) em Porto Alegre seguiu por caminhos distintos dos que até então vinham sendo percorridos e, diferentemente do ato de quinta-feira (20), contou com uma condução clara e orientada.

0
0
0
s2sdefault

altQuanto mais bombas a polícia joga mais o povo quebra o que puder quebrar. Autênticas aulas de cidadania estão sendo dadas nas ruas.

0
0
0
s2sdefault

altO que há de óbvio é que nossas autoridades castraram todas as vias de interlocução com os movimentos sociais, quando muito tolerados, jamais valorizados. Cadê os conselhos políticos com presença de lideranças populares?

0
0
0
s2sdefault

altO que se começa a perceber é a perseguição da batida trilha rumo à personificação do mal, mediante a falta de vontade política para ações de amplitude, que incidiriam em privilégios secularmente instalados.

0
0
0
s2sdefault

altOs milhões que estão nas ruas não foram convencidos via facebook: foram convencidos pelo transporte público, pelas filas dos hospitais públicos, pelas escolas públicas sem professores e, finalmente, pelas balas de borracha.

0
0
0
s2sdefault

altTeses como a do “gigante adormecido” são utilizadas para desviar o foco dos reais motivos da onda de protestos: os limites do atual modelo econômico e político, que há muito tempo não responde aos anseios populares.