Entrevistas da Redação em 2014 - 2 parte

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alt‘Ministério de Dilma acelera o tempo histórico e reduz horizonte do petismo’

Valéria Nader e Gabriel Brito

 

Na segunda entrevista pós-eleitoral com os porta-vozes da esquerda anticapitalista, o Correio conversou com o cientista social e militante do PSOL José Correa. Em sua avaliação, o partido vem dando importantes passos na consolidação como alternativa de outro projeto societário, o que, em sua visão, também pode se reforçar com um segundo mandato de Dilma ainda mais conservador. “Depois de 12 anos desta política sob Lula e Dilma, o resultado é o fortalecimento do capital financeiro e rentista no país, como evidencia o ministério tucano de Dilma”.

 

 

alt‘Mais uma vez, o interesse de alguns é afastar a Petrobrás do pré-sal’

Gabriel Brito e Valéria Nader

 

Os escândalos de propinas e apadrinhamentos da Petrobras continuam em voga. Como sempre, a mídia, em mais um de seus simulacros de combate à corrupção, não fica um dia sem falar do assunto em tom de feirante. Apesar da novidade de os corruptores também serem jogados aos leões, a abordagem do assunto se resume à narração de malfeitos, deixando de fora toda a importância estratégica da empresa, o que foi a tônica da entrevista do engenheiro Fernando Siqueira ao Correio da Cidadania.

 

 

Extras

 

altMídia e autoridades: revisionismo histórico e submissão nos 50 anos do golpe militar

Gabriel Brito

 

Não surpreende que os posicionamentos de Dilma e Celso Amorim tenham desapontado aqueles que até hoje travam batalhas ideológicas e judiciais por punição aos militares. No entanto, precisamos estudar a fundo se esse aparente recuo não revela uma submissão ainda considerável à caserna e aos cães de guarda do regime, até hoje incrustados em esferas do poder, além de respaldados por uma mídia que disfarça mal seu apreço pela ditadura. E cabe investigar até que ponto essa possível ‘capitulação’ ainda seria cabível.

 

 

altEm seu primeiro debate, presidenciáveis suplicam a bênção do mercado

Valéria Nader

 

Assistir ao primeiro debate de 2014 entre os candidatos à presidência da República, promovido pela Rede Bandeirantes, conduziu a um ‘espetáculo’ incrivelmente semelhante ao que já havia sido produzido nos debates de 2010. As avaliações da grande mídia sobre o que se desenrolou diante dos telespectadores nesse embate inicial não fogem, por sua vez, do previsível. É preciso avançar, e salientar que, neste primeiro debate televisivo, todos os três principais candidatos explicitaram, de modo que raras vezes saltou tanto à vista, seus pedidos de bênção ao mercado.

 

altA semana só teve paz no cemitério

Gabriel Brito

 

Já passa de meio dia e o helicóptero da sagrada e quase celestial corporação continua metralhando o tímpano de centenas de milhares. Se queriam impressionar, só podem ter conseguido. Cercadas de tropas, no chão do pátio da delegacia, por excelência a sala de recepção de todo criminoso, as famílias, criançada incluída, amargam a consumação de sua derrota parcial. A cidade pode respirar tranquila, as ordens da eminência togada foram cumpridas à risca pelos mantenedores da ordem.

 

 

Melhor é viver debaixo da ponte

Valéria Nader

 

Maciel caminha até o fim do casarão de mais de cem anos, que já pertenceu a um poderoso coronel do exército. Diz, meio assustado, sentir o chão ‘tremular sob seus pés’. Resolvo fazer o mesmo trajeto que, de fato, tem aspecto de um corredor da morte.

 

Debate sobre eleições com a rádio Central 3 e a revista Vaidapé

Correio da Cidadania, rádio Central 3 e Revista Vaidapé fazem “debate autônomo” sobre as eleições

 

Vídeos

 

alt‘O Estado brasileiro ainda se curva ao poder militar’

Gabriel Brito e Valéria Nader

 

Na sequência de entrevistas a respeito da Comissão Nacional da Verdade, o Correio da Cidadania entrevistou Aton Fon Filho, hoje membro da Rede de Advogados Populares. No balanço histórico que faz, à luz de nossa atualidade democrática, Aton afirma que “os militares venceram”, como demonstrariam as declarações de Dilma e Celso Amorim na semana, e destaca a fragilidade estrutural da própria Comissão. Além disso, não coloca muita fé na possível colaboração do exército na investigação das torturas e outros crimes.

 

 

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