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Em 2014, SP descobriu que água potável era uma fonte esgotável. Toda a cobertura da mídia se voltou contra o cidadão.

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No Brasil, poucas vozes de juristas, políticos e intelectuais têm se manifestado sobre o risco da manipulação midiática para a manutenção e aprofundamento da ordem democrática e, consequentemente, para avanços nas reformas estruturais historicamente postergadas e que nos constituem como uma sociedade das mais desiguais do mundo.

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Afinal de contas, o que será que está escrito em letras minúsculas nas últimas linhas dos termos de adesão do facebook e do google?

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A Globo caminha para a quebra. Se isso acontecer será culpa quase exclusiva de seu Departamento de Jornalismo. É que, se alguém quiser se aproveitar da situação para comprar a Globo, encontrará a seu favor o mais arrogante, mais pretensioso, mais insolente  grupo de “formadores de opinião” como nunca se viu antes na história deste país, e com poderes ilimitados. É no Jornal da Globo, contudo, que os noticiaristas e comentaristas da Globo saem do armário. Aí a manipulação da opinião pública passa a ser um jogo aberto.

 

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Para inaugurar a nova página do Correio da Cidadania, conversamos com o jornalista e professor da ECA-USP Eugênio Bucci.

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Para o leitor poder avaliar o que tento transmitir, sugiro a participação em um teste. Procure se lembrar de quando foi a última vez que você viu um sindicalista da ativa dando uma entrevista na televisão. Quando foi a última vez que você viu o representante de algum movimento social de esquerda sendo entrevistado?

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A democracia existe no papel, mas não se realiza na prática. O artigo 220 da Constituição define que não pode haver monopólio ou oligopólio na comunicação social eletrônica. A Globo, no entanto, controla 70% do mercado, faturando sozinha mais do que todas as demais empresas de comunicação. Isso acontece porque o Congresso Nacional nunca elaborou leis definindo mecanismos que impedissem a formação de monopólio.,

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O estudo de caso aqui apresentado trata do editorial do jornal Folha de S. Paulo, de 17/2/15, intitulado "Ciência Brilhante". Aqui, queremos trazer à luz o que este editorial oculta. A Folha sempre apoia as soluções neoliberais para a sociedade/economia brasileira, como o fez com os "ajustes" do governo Dilma Rousseff. Agora, este jornal se manifesta contra os cortes no projeto Sirius, de R$1,3 bilhão de reais.

 

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Há uma falência nos modelos de negócios refletida nas relações trabalhistas, na concentração de propriedade, formação de monopólios e oligopólios e no aparelhamento por parte de igrejas e partidos. Entrevistamos Eugênio Bucci, jornalista e professor da ECA-USP, que afirmou a necessidade de um marco regulatório democrático para fortalecer a democracia no Brasil.

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Há muito por se elaborar e realizar, mas é animadora a constatação de que há uma geração inteira de jovens e inquietos jornalistas em sintonia.

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A Rede Globo de Televisão está completando 50 anos de existência em abril de 2015. Este instrumento de manipulação da burguesia opera como o principal agente da imbecilização da sociedade brasileira no plano cultural, na opinião de Igor Fuser, jornalista e professor de Relações Internacionais na Universidade Federal do ABC (UFABC).

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“Enquanto a imensa maioria do espectro radiofônico é controlada por grupos empresariais que visam o lucro, as emissoras comunitárias carecem de apoio, quando não são criminalizadas. O acesso à internet ainda é excludente. O exercício da liberdade de expressão é praticado por quem detém a propriedade”, resumiu a jornalista Bia Barbosa.