Correio da Cidadania

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A entrevistada pelo semanário uruguaio Brecha é jornalista e ativista pelos direitos da mulher no Curdistão iraniano. Teve de empreender o caminho do exílio diante do risco de ser encarcerada. Desde 2011 vive como refugiada política e fala um pouco sobre o controverso país que agora investirá metade do PIB em guerras. “O Irã é a maior prisão feminina do mundo”.

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Para comentar o leilão das linhas 5 e 17, entrevistamos Sérgio Magalhães, do Sindicato dos Metroviários, que adiantara à imprensa a vitória da CCR.

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Barba, Cabelo e Bigode retrata três grandes jogadores e rebeldes da chamada era de ouro do futebol brasileiro em meio à ditadura. Conversamos com Lucio Branco, autor do longa.

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Em meio ao enorme desalento social e taxa de desemprego, uma das notícias mais chamativas dos últimos dias de 2017 era a que afirmava a intenção do Primeiro Comando da Capital em arregimentar 40 mil novos membros neste momento. Em tela, a já evidenciada expansão do grupo para todo o território nacional, como inclusive apareceu em vídeos da rebelião de presos na Colônia Agroindustrial do Complexo Prisional da cidade de Aparecida de Goiânia, na região metropolitana de Goiás. Neste sentido, entrevistamos o jornalista Iuri Salles, que em 2014 publicou o livro PCC – Dias Melhores Não Virão.

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Em momento algum o prefeito abriu diálogo com quem quer que fosse e os 4 reais na passagem são realidade. Sobre isso, entrevistamos Diego Soares, membro do Movimento pelo Passe Livre.

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Lula ir, em velocidade máxima, ao banco dos réus enquanto figuras como Michel Temer e Aécio Neves continuam gozando do status de inimputáveis é de causar engulhos em qualquer cidadão munido de honestidade intelectual. Os discursos e licenças poéticas reivindicados pelos três relatores do processo do tríplex, em seu simulacro de justiça e “lei para todos” não são menos risíveis. No entanto, não é possível fazer concessões ao lulopetismo e sua notória estratégia de se apresentar ao público como vítima de um sistema largamente denunciado por quem tanto desprezou.

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2018 começou com novas rodadas de políticas públicas direcionadas ao empresariado há décadas incrustado no Estado.

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O ano se encerrou em todo o continente com enormes retrocessos para os trabalhadores. Macri e Temer aprofundam pacotes de ajustes e aceleram megaempreendimentos ligados à mineração e ao agronegócio nos dois maiores paíse, o Chile vive o aprofundamento de seu já consolidado modelo neoliberal e a Venezuela segue imersa em grave crise. No campo e na cidade, o avanço das direitas e a incapacidade de articulação das esquerdas são traços desta conjuntura, sobre a qual entrevistamos Raúl Zibechi, jornalista e cientista político uruguaio que estuda movimentos sociais de todo o continente há mais de 20 anos.