Correio da Cidadania

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O atentado na capital Mogadíscio pode ser consequência de mais de duas décadas de guerra civil. Entenda um pouco da história deste combalido país e o que o levou à atual situação de caos social.

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A socióloga Maria Orlanda Pinassi constata toda a desolação e lamenta que ainda veremos novos e variados capítulos de aprofundamento da barbárie generalizada.

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Pressão popular consegue maioria parlamentar no município paulista e pode barrar a construção da usina. Apresentação dos projetos de lei contrários ao empreendimento foi feita nesta quarta, 18.

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Lindomar Padilha, colaborador do Cimi, alvo recente das imprecações da bancada ruralista, comenta as denúncias de perseguição de etnias indígenas do estado do Acre, há 19 anos governado pelo PT.

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Ao lado do mal estar com a nova direita, criminalizam-se os refratários ao capital, como o Fantástico sobre os anarquistas. Mas o mundo sem esquerdas e direitas foi um delírio passageiro.

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Já se foram três anos da Copa do Mundo sediada no Brasil e o que legado que se vê é uma série de caríssimos estádios – reclassificados de arenas – mostrando-se insolúveis do ponto de vista econômico. Ao mesmo tempo, a alertada elitização de seu acesso virou realidade inquestionável até na mídia esportiva que apoiou acriticamente os empreendimentos. Nesta entrevista, falamos com o jornalista e pesquisador Irlan Simões, que acaba de lançar o livro “Clientes versus Rebeldes”, inaugurador de um novo debate sobre os rumos do esporte mais popular do país.

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Marco Polo del Nero, que desde 2015 sequer pode deixar o país para não ir parar numa prisão dos Estados Unidos continua bem, obrigado, no comando da CBF. Azar das mulheres. Para resumir a conjuntura, aqueles que se dizem estupefatos com as revelações que levaram Nuzman à prisão continuam a nos ensurdecer pelo silêncio. Aliás, em quinze dias o assunto já some das manchetes. E é assim que tudo deverá seguir como dantes, apenas, e olhe lá, com alguns novos nomes e discursos. A “cidadania internacional” sempre foi um documento falsificado.

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Um dos grandes pilares da economia brasileira, portanto eterno alvo do apetite do mercado, o setor elétrico brasileiro convive com a possibilidade de perda de sua principal estatal, conforme anunciado pelo governo e o Ministério das Minas e Energia. Ex-assessor da Eletrobrás e crítico implacável da gestão dos governos petistas no setor, o engenheiro Roberto D’Araújo concedeu entrevista ao Correio da Cidadania e elencou diversas razões que explicam a destruição financeira da empresa.