Correio da Cidadania

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Após sair de um carnaval politizado, o Brasil volta ao cotidiano onde os pobres e negros são alvo das políticas públicas policialescas, como se vê na mais que controversa intervenção militar federal no Rio de Janeiro. Ao mesmo tempo, passa praticamente despercebido o marco dos 130 anos da abolição da escravatura, para muitos setores ainda mera formalidade. É neste contexto que conversamos com o historiador Marco Morel, que acaba de lançar o livro A Revolução do Haiti e o Brasil escravista - O que não deve ser dito, sobre um dos grandes marcos das lutas negras nas Américas.

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Bovespa
Acionistas e financiadores são prioritários para empresas nos
dias atuais (Foto: João Gabriel Danezi Morisso)
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CESP
Privatização da energia prejudicou o consumidor, devido ao aumento de tarifas
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Saúde
Recursos destinados à Saúde pela CPMF são dilapidados por DRU (Foto: Rogério Kreidlow)
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São notórias as ligações do Exército golpista hondurenho com a ultra-direita dos falcões, derrotada nas urnas nos EUA. Ademais, desde a Guerra Fria que Honduras tem sido um lugar estratégico contra movimentos populares e democráticos na região, como na frustrada tentativa de derrubada da revolução cubana. É ainda importante recuperarmos o exemplo no Haiti de 1992, posto que estava no poder o democrata Bill Clinton, quem seqüestrou e armou as condições de retorno condicionado de Jean-Baptiste Aristide. Resta saber se os EUA, que tanto apoio deram a esses ‘convites 080709_honduras.jpg
antidemocráticos’, estão ao nível das exigências de uma nova ordem mundial descolonizada. O recente golpe contra o governo democrático de Honduras é um teste fundamental ao governo de Barack Obama. As análises são de Carlos Walter Porto-Gonçalves e Theotonio Dos Santos.
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Yvo de Boer
Yvo de Boer, secretário-executivo da UNFCCC, abre a 13ª Conferência das Partes
sobre o Clima em Bali, Indonésia (Foto: Ng Swan Ti/Oxfam)
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Hugo Chávez
Com mudanças na Constituição venezuelana, Hugo Chávez poderá
reeleger-se indefinidamente (Foto: Marcello Casal Jr./ABr) 
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 Rio Madeira (Foto: Wilson Dias)

 

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Se não há a intenção de eliminar o povo palestino da face da Terra, a única arma viável é a política da negociação, que conduza ao reconhecimento, tanto do Estado de Israel, quanto de um Estado Palestino. O resultado das eleições em Israel, onde os partidos que defendem um Estado palestino foram proibidos até mesmo de participar, não alterou o caminho que o país vem seguindo. Apenas deixou-o mais explícito. A ultra-extrema-direita vitoriosa tem os mesmos objetivos dos últimos governos, só que não os camufla. E a postura alienante do eleitorado, favorável a uma política de força provadamente errada, pode ser creditada, entre outras, à manipulação da opinião pública pela ‘política das armas’. Leia as análises dos colunistas Wladimir Pomar e Luiz Eça.  200209_refugiadosgaza.jpg
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Canavial
Homem trabalha em canavial destinado à produção de biocombustíveis (Foto: Cintia Barenho)
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Petrobras
Inauguração da plataforma P-52, da Petrobras: potencial produtivo de óleo e gás
no Brasil requer revisão da Lei do Petróleo (Foto Ricardo Stuckert/ABr)
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Termoelétrica a gás - Candiota /RS