Correio da Cidadania

“Ao aprofundar seu programa, classes dominantes aprofundam a própria ingovernabilidade do Brasil”

Gabriel Brito, da Redação
0
0
0
s2sdefault

Para o economista José Antônio Martins, o estouro das delações dos executivos da JBS Friboi que jogaram de vez o governo Temer na fogueira não é ponto sem nó, após seu governo completar um ano sem nenhuma “meta” alcançada. Na entrevista que concedeu ao Correio, ele fala de uma incontrolável estabilidade do regime político e econômico brasileiro, dentro de uma dinâmica de reajustamento da posição do país na divisão global da exploração capitalista, ainda em gestação. Não há espaço para otimismo.

Nesta Edição

Negociação de paz: se começar, vai acabar mal

Luiz Eça
0
0
0
s2sdefault

Visita de Trump a Israel deverá voltar de mãos vazias a respeito dos diálogos israelo-palestinos.

A desarticulação predomina

Henrique Carneiro
0
0
0
s2sdefault

Não há clareza na ação de parlamentares, membros do judiciário e as instituições.

O Brasil, os criminosos e a América Latina

Elaine Tavares
0
0
0
s2sdefault

Podem cair os reis de espadas, de ouro, de copas, não importa. Os gerentes do capital seguirão fazendo seu trabalho.

No meio da confusão, o jogo a ser jogado é nas ruas

Sergio Domingues
0
0
0
s2sdefault

É bom não menosprezar o dispositivo econômico formado por BC e Fazenda, cujos titulares são poupados das manchetes.

A Questão do Desemprego na Conjuntura

Guilherme Costa Delgado
0
0
0
s2sdefault

Sob Levy ou Meirelles, teólogos de mercado alçados ao governo continuam a aprofundar a barbárie.

Fotografias sem Retoques do Trabalho Global

Ricardo Antunes
0
0
0
s2sdefault

A Mostra Contemporânea Internacional de Cinema Ecofalante não poderia ter sido mais feliz em sua escolha.

Odebrecht pagou a vitória do MPLA nas eleições angolanas de 2012

Maka Angola
0
0
0
s2sdefault

Saiba como o governo federal e a Odebrecht violaram diversas leis eleitorais do país africano.

Um golpe chamado Belo Monte (3)

Telma Monteiro
0
0
0
s2sdefault

Alguma dúvida da conspiração para abocanhar as obras civis do maior projeto do Brasil sob os auspícios do governo e estatais?

Política

Brasil nas Ruas

Social

Economia

Internacional

Meio Ambiente

Cultura e Esporte